quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Tomando meu remédio –1


Chega uma época na vida das pessoas que o exercício físico deixa de ser uma opção saudável e vira uma necessidade, um remédio, como dizem alguns médicos. Mas para muitos, na verdade, vira um pesadelo.
Eu que, desde 2001, venho, ano após ano, ouvindo a mesma frase: “pra você exercício não é uma opção e sim uma necessidade”, até agora encarei o fato como um pesadelo.
Depois de todo esse tempo, resolvi parar de sofrer com a ideia de perder, ou gastar, todos os dias, mais ou menos duas horas com o tal exercício físico. Você pode estar argumentando: mas a recomendação não é fazer exercício durante duas horas! Eu argumento de cá que, entre o preparo para a saída, a chegada ao local, o tempo do exercício, a volta para casa, o banho... Até o retorno às atividades rotineiras lá se vão duas horas ou quase isso.
Mas para a saúde não importa o tempo investido. O que importa é o resultado. O que importa é o que uma boa caminhada faz no nosso corpo e na nossa mente.  Então eu que, quero viver bem e conhecer os meus netos, resolvi renunciar algumas atividades para tomar “meu remédio”, ficar boa física, intelectual e psicologicamente, e acima de tudo, parar de levar bronca dos médicos.

Como reforço para minha decisão, e para vencer o pesadelo, resolvi criar um compromisso comigo mesma: registrar as experiências vividas nas minhas caminhadas.

Assim nasce a série: Tomando meu remédio.

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