quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Necessidade de Voluntários

A Biblioteca Pública de Belo Horizonte - Praça de Liberdade, nº. 21, Setor de Braille está necessitando de voluntários que possam fazer leitura de livros para pessoas portadoras de deficiência visual. 
Os horários, logicamente, são escolhidos pelos voluntários.

Os telefones de contato são: 3269 1218 e 3269 1221, pedir para transferir para o Setor de Braille.




terça-feira, 19 de outubro de 2010

2º FORUM DE EDUCAÇÃO CRISTÃ


No sábado dia 23 de outubro acontecerá em BH o 2º Forum de Educação Religiosa Batista,  com a presença do professor Lourenço Stélio Rega relator da Comissão que elaborou o Plano Diretor da Educação Religiosa da Convenção Batista Brasileira( PDER-CBB)

Esse plano visa solucionar a demanda das igrejas batistas em conservar sua identidade doutrinária e abrangerá toda a dinâmica da igreja, contemplando desde a parte administrativa até a educacional. 

Essa é uma oportunidade que os batistas mineiros e belorizontinos não devem perder. Minas Gerais será um dos pólos estratégicos para divulgação e implantação do PDER e a Convenção Batista Mineira responsável em ajudar as igrejas do Estado nessa missão.

Quem desejar ler o documento do PDER ele está em pdf no site da Convenção Batista Mineira no endereço abaixo.






segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Os quatro pilares da educação


A comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors, apresentou um Relatório para a UNESCO: Os quatro pilares da educação. O Relatório está publicado em forma de livro no Brasil, com o título Educação: Um tesouro a Descobrir (UNESCO, MEC, Cortez Editora, São Paulo, 1999). Marcos Tuler (Abordagens e Práticas da Pedagogia Cristã. Rio de Janeiro. E Ed. CPAD, 2006) faz uma síntese do argumento: “...aqueles especialistas concluíram que, para agir eficazmente, o aluno do nosso tempo deve exibir certas competências imprescindíveis ao desenvolvimento do ser humano: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser”.

Na Escola Bíblica Dominical, com certeza, esses princípios são sumariamente obedecidos pelos professores que ensinam a Palavra de Deus:

Aprendendo a conhecer na EBD – Para tal, o professor deve combinar sua cultura geral para trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias, ou seja, aprender a aprender para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida. Deve o professor fazer uso das competências individuais de cada aluno da EBD para que eles se sintam participantes do processo de ensino-aprendizagem.

Aprendendo a fazer na EBD  Para tal, o professor deve ajudar seus alunos a trabalhar em equipe e envolvê-los em atividades práticas, em experiências sociais ou de trabalho voluntário. Na igreja, principalmente, nos ministérios de cunho social (trabalhos comunitários etc.), há plena possibilidade de relacionar teoria e prática.

Aprendendo a conviver na EBD- O ensino na Escola Bíblica deve priorizar a comunhão, o respeito, a igualdade de direitos e deveres, criando um ambiente de interdependência. Cada aluno, que faz parte do corpo (no caso, a classe), deve estar envolvido e ser participativo. Hoje, cada vez mais, precisaremos aprender a gerir os conflitos provocados pelos valores pluralistas e pelo desejo de expressão individual de cada um.

Aprendendo a ser na EBD- Um olhar para os conteúdos bíblicos que estudamos vai dar conta dessa construção do ser à luz da imagem de Deus em Cristo, nosso exemplo maior. É evidente que as palavras-chave aqui são autonomia, discernimento e responsabilidade pessoal. Mas, em nosso caso específico, como discípulos de Jesus, nossa personalidade é resultante, também, do esforço do Espírito em nos santificar e edificar para a glória de Deus.

Conhecer – Fazer – Conviver – Ser são, à luz da Bíblia, diretrizes para a educação cristã no século 21. Você está pronto para fazer a sua parte como facilitador da aprendizagem e, também, parte integrante dela? Que Deus o abençoe nesta importante tarefa.

A Deus toda a glória!

Extraído do jornal EBD outubro 2010 ano XXXII, nº 131, pág. 2






















segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Dia da criança- Turma do Printy

video

Ensino Bíblico às crianças: Nosso legado à nova geração

Os olhos de vários setores, principalmente o comercial estão voltados para as crianças. Milhões de dólares são investidos pelas fábricas de brinquedos e pela indústria do cinema, em desenhos animados de curta e longa metragem. Tudo para agradar as crianças. É claro que com isso agradam também aos pais, pois querem o melhor para os filhos - O melhor na educação e na diversão.

A igreja de Cristo tem nas mãos a maior de todas as oportunidades que alguém pode receber: a de ensinar as crianças o temor ao Senhor. Não só tem o melhor conteúdo, tem também os melhores professores. Mesmo aqueles que não passaram por uma graduação ou licenciatura, são os melhores. Porque são comprometidos com o Senhor da igreja. Se são comprometidos com o Senhor da igreja buscam o conhecimento e a sabedoria em Deus e em Pua palavra e o aperfeiçoamento metodológico em oficinas e cursos rápidos. São pessoas que amam e pastoreiam as crianças, ensinando-lhes os princípios da fé em Jesus com alegria, diversão, relevância. Porque sabem que ao aceitar a Cristo como salvador, uma criança tem a vida toda para Dele testemunhar. Porque sabem que alcançando a criança, alcança-se a família.

Pelo menos dois grandes pregadores do passado tinham as crianças como prioridade em seus ensinos. Um deles Charles H. Spurgeon (1834-1892), quando foi professor de crianças na Escola Bíblica viu muitos pais se converterem com o testemunho de seus filhos. O outro foi Dwight L. Moody que viveu de 1837 a 1899 nos Estados Unidos. Ele dedicou-se à Escola Bíblica Dominical. Seu ensino começou com 12 crianças e ele chegou a alcançar 12 mil delas. Uma vez após uma de suas pregações perguntaram-lhe quantas pessoas haviam se manifestado a Cristo. Ele respondeu que duas e meia. O interessante é que não foram dois adultos e uma criança, mas duas crianças e um adulto. A meia pessoa, de acordo com o grande pregador, era o adulto que tinha meia vida pela frente para servir e glorificar a Deus. Mas, as duas crianças tinham a vida toda.

A visão da importância das crianças para o reino de Deus, foi passada por Jesus aos primeiros discípulos e graças a Deus tem sido passada de geração a geração chegando até nós, igreja atual. Uma pesquisa realizada pela APEC (Aliança Pro Evangelização das Crianças) constatou que 85% dos evangélicos se converteu entre os 4 e 14 anos. Dos 15 aos 30 anos o percentual caiu para 10% e após os 30 anos, caiu ainda mais, 4%.
É inteligente a igreja que investe no ministério da educação cristã, em capacitação de professores e recursos didáticos. É inteligente a igreja que busca ajuda de um educador, para orientar sua equipe educacional, pois em suas muitas atividades pastorais, torna-se muito difícil para um pastor ser também um educador eficiente.

Este é o nosso tempo. Esta é a nossa geração. O ensino dos princípios cristãos com qualidade e relevância não só às crianças como aos adultos, deve ser o nosso legado.

Texto produzido por Senhorinha Gervásio a partir de informações contidas no livro “Pastoreando as crianças desta geração de Cláudia Guimarães, editora vida.



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Segundo Forum de Educação Cristã - Belo Horizonte

Para ampliar a imagem dê duplo clique sobre a mesma

Tema:
O Plano Diretor da Educação Religiosa, sua relevância e aplicabilidade

Objetivos:

a) Elucidar as diretrizes e os princípios pedagógicos e filosóficos que dão sustentabilidade à proposta do Plano Diretor da Educação Religiosa Batista;

b) Discutir os novos rumos da Educação Religiosa Batista e relevância na Igreja contemporânea

c) Analisar crítica e criativamente, numa perspectiva globalizante, a aplicabilidade do Plano Diretor de Educação Religiosa à realidade de Minas Gerais;
 
Público Alvo:

Educadores religiosos, pastores, líderes de organizações missionárias, seminaristas, diretores e professores da EBD
 
Promoção do evento:
Convenção Batista Mineira (Comitê do Crescimento Cristão) e Faculdade Batista de MG.
 
Meta:
80 participantes
 
Metodologia:
• Inscrição
• 8:30 Devocional
• 8:45 Lourenço
• 10:30 -10:45 Coffee break – SBM
10:45 – 11:15 – levantamento de questões pelos participantes
• 11:15 - 12:30 - Resposta do Lourenço às questões levantadas.

No período da tarde:
14:00 – 15:30 – Elaboração de propostas e estratégias de plantação na Conveção Batista Mineira
15:30 – 16:30 – Elaboração do documento
Local do evento Colégio Betista Mineiro

inscrições no local


Três atitudes em relação as crianças

O evangelista Marcos no capítulo 10 versículos 13 a 16 assim narra um encontro que Jesus teve com alguns pais e suas crianças: “Alguns traziam crianças a Jesus para que Ele tocasse nelas, mas os discípulos os repreendiam. Quando Jesus viu isso, ficou indignado e lhes disse: ‘Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo-lhes a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele’. Em seguida tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou.”

Nesta semana chamada semana da criança e do professor, proponho uma reflexão sobre três atitudes em relação as crianças apresentadas neste texto.

1º- ATITUDE DOS PAIS- Busca da bênção- “Bênção é o desejo expresso através de palavras proferidas, às vezes acompanhadas de alguma ação” (Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia). Por ela Jacó trapaceou seu irmão se fazendo passar por ele, e recebeu a bênção do pai que por direito pertencia ao filho mais velho Esaú. Mais tarde o mesmo Jacó, em luta com o Anjo do Senhor, mesmo tendo sido ferido na perna, não parou de lutar enquanto não foi por ele abençoado. Por causa dessa luta Deus mudou seu nome para Israel com a seguinte explicação: “porque você lutou com Deus e com homens e venceu”. Por último já na velhice Jacó ou Israel reuniu seus filhos e netos e proferiu a cada um as palavras abençoadoras. (Genesis 49.1-33). Visto que a nação hebréia se multiplicou a partir da linhagem de Jacó o nome Israel veio a significar a nação inteira.

Ser abençoado era algo de grande importância para os Israelitas. Fazia parte da cultura que as crianças pedissem a bênção aos pais e os discípulos aos mestres. De acordo com o autor do comentário expositivo Warren W. Wiersbe era costume também os pais levarem os filhos para serem abençoados pelos rabinos. E um dia alguns levaram suas crianças até Jesus para que ele as tocasse e as abençoasse.

2º- ATITUDE DOS DISCÍPULOS- impedimento- Os discípulos tentaram impedir que as crianças chegassem até onde estava Jesus. É certo que em algumas ocasiões grandes multidões se aglomeravam ao redor dele. É até compreensível que se preocupassem com sua proteção. Parece que se preocupavam também com o excesso de trabalho a que Jesus era submetido diariamente, porque em outras ocasiões eles tiveram a mesma postura. Quando a mulher Cananéia, seguindo a Jesus implorava, que curasse sua filha, os discípulos, incomodados com seus gritos, sugeriram a Ele que a mandasse embora (Mateus 15.23). Em outra ocasião quando se viram apertados por não ter o que oferecer à multidão faminta fizeram o mesmo, sugerindo a Jesus que mandasse a multidão embora (Marcos 6.36).

Se os discípulos conheciam o costume de pais levarem filhos aos rabinos para serem abençoados, por que tentaram impedir que as crianças chegassem até Jesus? Esse fato nos causa uma certa estranheza porque era de se esperar que os discípulos soubessem que Jesus era mais que um grande rabino. Por todos os sinais que já haviam presenciado, deveriam saber que Jesus era o Filho de Deus o Messias. Que a bênção dele àquelas crianças era de grande significado para suas famílias. Mas mesmo assim tentaram impedir o encontro.

3º- ATITUDE DE JESUS- acolhimento- Jesus ao perceber o que acontecia às crianças indignou-se com os discípulos, repreendendo-os publicamente por impedirem o acesso delas a Ele. Em seguida anunciou que as crianças eram melhores exemplos do reino do que os adultos. Uma criança é exemplo na maneira humilde de depender dos adultos e pela fé aceita sua situação, confiando eles cuidarão dela. Diante de Deus somos como crianças indefesas, desamparadas, incapazes de nos salvar. Somos totalmente dependentes da misericórdia e da graça de Deus. O adulto que não agir humildemente na dependência da graça de Deus, e não receber o seu Reino como uma criança, de maneira nenhuma entrará nele. Após essas palavras Jesus tocou nelas e as abençoou.

Jesus usou duas maneiras de demonstrar amor citadas pelos autores CHAMPMAN, Gary, CAMPBELL, Ross. No livro As cinco linguagens do amor das crianças, São Paulo, Mundo Cristão, 1999 - o contato físico e as palavras de afirmação. O contato físico é uma necessidade de todo ser humano. Os bebês que são tocados por beijos abraços e cuidados de forma carinhosa são mais saudáveis do que os que passam horas sozinhos no berço. Quando maiores as crianças adoram ficar no colo dos pais, andar de mãos dadas. No período escolar brincam de empurrar, dar trombadas. Quando adultos cumprimentam-se com abraços, beijos e apertos de mão. Para entender bem a necessidade do ser humano por contato físico basta observar as comemorações dos gols no futebol e dos pontos no voleibol.

Além de tocar as crianças Jesus proferiu palavras de bênçãos a elas. Todas as pessoas trazem dentro de si a necessidade de serem apreciadas e reconhecidas pelo que são. Todos, crianças e adultos necessitamos de palavras de afeito, elogio, reconhecimento.

As crianças de nossas igrejas precisam ser acolhidas por todos os adultos. Precisam do toque carinhoso dos cumprimentos. Precisam de elogios saudáveis, de palavras de apreciação pelo que são e afirmação pelo esforço que fazem em se comportarem bem.

Que os atos voluntários ou não da nossa parte em impedir as crianças de conhecer Jesus, diminuam cada dia e que haja um esforço consciente de todos nós em acolher todas as crianças, apresentando-lhes JESUS.

Senhorinha

















segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Dicas para manter as camisetas por mais tempo

Por Amélia em 2,Out,2010
Em Vestuário
"Olá hoje gostaria de falar um pouco de camisetas, sugerindo dicas para elas ficarem bonitas por mais tempo, como lavar, passar, dobrar, acomodar na gaveta.
Se for colorida, o ideal é que as cores permaneçam vivas e sem manchas. Para a camiseta ficar colorida por mais tempo use um pouco de sal ou vinagre na lavagem e enxágüe, é muito simples, basta colocar a camiseta numa água com sabão em pó e vinagre na hora de lavar (fórmula: para cada 10 litros de água, colocar três colheres de sabão e três colheres vinagre branco).
Se for branca, tem que se manter branca, nada pior que camiseta branca amarelada.
Quando você deixa uma camiseta branca guardada por muito tempo, ela fica amarelada. Para recuperar a cor original, deixe de molho alguns minutos em um pouco de leite gelado. Depois, lave bem."

Leia mais em: http://br.mg3.mail.yahoo.com/dc/launch?.gx=1&.rand=d026avo26hp3a