segunda-feira, 30 de agosto de 2010

alerta aos evangélicos parte 1 e 2




Ore a Deus em favor da irmã Marina

Amado(a) companheiro(a) no projeto de redenção nacional,  
Graça e paz lhe sejam multiplicadas!
Venho à sua presença hoje, rogando sua permissão para compartilhar algo que considero de extrema importância dentro do projeto de redenção de nossa Pátria, que estou certa ser seu sonho e nosso.
Todos nós, ministros do Evangelho de Jesus Cristo, certamente temos gemido e clamado pela redenção da nossa nação. Sonhamos com um Brasil verdadeiramente cristão. Trabalhamos para ver os valores do Reino de Deus vividos em todos os segmentos da sociedade. Choramos por leis que se criam e políticas de governo que ferem nossos princípios. Cremos ser possível ver uma nação transformada em nossa geração. Para tanto precisamos estar unidos na oração e no trabalho.
Certamente uma das áreas (que precisa ser profundamente afetada) é a política. Nunca teremos leis justas com legisladores injustos. A história mostra que há um desencadear da manifestação de Deus na nação, transformando-a, quando seus dirigentes máximos são aliançados com Ele e Dele dependem para governar.
Nunca em nossa história precisamos tanto estar unidos diante de Deus, em oração, com um só espírito a favor das próximas eleições. Muitas causas em relação aos valores do Cristianismo, ganhas no Parlamento, por instrumentalidade dos nossos devotados parlamentares cristãos, são hoje ameaçadas pelo decreto do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3).
Uma verdadeira tentativa de impor a filosofia do desconstrutivismo. Desde o Planalto ao parlamento estadual temos uma oportunidade de ver Deus agir nas eleições de outubro. 2Crônicas 7:14 sempre nos lembrará que é nossa a responsabilidade de levar a nação nos ombros do arrependimento e da oração para que as mudanças ocorram: “... se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”.
Como é sabido, a Senadora Marina Silva é oficialmente candidata à Presidência da República. Trata-se de uma filha de Deus cujo caráter irrepreensível é um testemunho vivo do seu novo nascimento e consagração. Sua vida de oração é um exemplo a ser seguido. Sua dependência de Deus e determinação de buscar a vontade do Pai é uma constante em todas as suas decisões. Sua vida de mulher pública é sem mancha. A prática dos valores cristãos e as marcas do caráter de Cristo em seu caráter são evidenciados em tudo quanto diz e faz.
Sua competência política e administrativa, incontestável. Seu prestígio nacional e internacional manifesta o reconhecimento do seu valor moral, ético e político. Sabendo que “o temor de Yahweh é o princípio da sabedoria” e que “bem-aventurada é a nação cujo Deus é Yahweh”, sonhar com alguém com esse perfil na Presidência da República nunca esteve tão próximo da real possibilidade. É por atestar essas marcas na pessoa de nossa irmã Marina, crendo que Deus poderá usá-la no projeto redentivo da Nação, e convicta de que chegou a hora de aliar a intercessão ao trabalho, que me disponho a fazer tudo que me for possível para testemunhar a seu favor, recomendando-a como a melhor escolha do momento na corrida ao Planalto.
Grande parte do mundo evangélico não conhece a Senadora. Outra não sabe que ela é crente, pois sempre manteve uma postura ética e discreta em relação à fé, embora não perca oportunidade de testemunhar de Cristo. Desde dezembro de 2002 tenho tido a oportunidade de orar com nossa irmã. Na maioria das vezes pelo telefone, a seu pedido. Venho, portanto, acompanhando o seu testemunho por todo este tempo. Hoje, diante do chamado a ela confiado, prontifiquei-me a ser sua intercessora pessoal e dispor-me a servir em tudo quanto está a meu alcance para que o ideal de alguém cheio do Espírito Santo à frente da Pátria não seja um mero sonho, mas uma feliz realidade. Hoje integro a Comissão Evangélica pró-Marina e tenho a responsabilidade de mobilizar intercessores e tornar este projeto conhecido na maior esfera possível do nosso segmento.
Permita-me, pois, amado(a) companheiro(a) nas lides do Reino, pedir-lhe algumas coisas, como uma simples serva a serviço desta causa:
Que mobilize seu povo para orar intensamente por Marina Silva...Ela carece de grande cobertura de oração.  Com ela ocorre o que aconteceu com Daniel: “Nisso os presidentes e os sátrapas procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino, mas não podiam achar ocasião ou falta alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem falta. Pelo que estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, a menos que a procuremos no que diz respeito a lei do seu Deus” (Daniel 6:5 e 6).

No amor do Messias, a serviço do Reino, por uma Nação redimida,
Valnice Milhomens


















sábado, 28 de agosto de 2010

A Educação Religiosa Batista Brasileira e suas implicações Ministeriais

Nós batistas brasileiros usufruímos por um longo tempo, dos serviços da Junta de Educação Religiosa e Publicações- JUERP, que teve seu início com as poucas máquinas compradas para impressão do “Jornal Batista”, recebendo o nome de “Gráfica da Junta de Escolas Dominicais e Mocidade”, “Casa Publicadora Batista” e mais tarde JUERP. Dez anos mais tarde, em 1917 nascia o primeiro Seminário de Educação Cristã, para solução de uma questão importante: a não aceitação de mulheres no curso de Teologia. Em 1922 nascia outra instituição de educação religiosa, no Rio de Janeiro, o que hoje, recebe o nome de CIEM - Centro Integrado de Educação e Missões.

A educação religiosa batista brasileira, olhada teoricamente, estaria perfeita: uma Junta de publicações de materiais para as igrejas e duas escolas de educadores, fora os cursos de educação religiosa oferecidos pelos Seminários Teológicos Estaduais.

Mas esta é uma questão difícil de ser entendida, pois a mesma denominação que preparava educadores em suas escolas específicas e em Seminários Estaduais, oferecia às igrejas uma educação religiosa “pronta”, que aparentemente, descartava a necessidade desses educadores para sua coordenação nas igrejas. Uma educação conteudista, pois a JUERP, pensava a educação religiosa, montava o currículo produzia e distribuía as literaturas. Um currículo nacional único e distante do seu contexto e necessidades das igrejas. Todas as igrejas batistas de todos os cantos do Brasil recebiam um mesmo conteudo, bastando um mínimo de boa vontade de alguém para ler a lição da revista à frente dos alunos, que já haviam lido a mesma lição em suas casas.

Esse jeito de fazer educação resultou em algumas conseqüências:

1. Constituiu-se entre os batistas o imaginário de que Educação Religiosa resumia-se a “literatura, currículo e sala de aula” (p. 1 PDER) .
2. Enquanto a JUERP, pensava, produzia e distribuía literatura, os educadores ficavam “à ver navios”, diante de uma educação considerada e comprada “pronta”.
3. As igrejas ficaram dependentes do conteúdo oferecido pela JUERP como elemento organizador do seu processo educacional, mesmo que distante de suas necessidades contextuais.

Mas, um dia mais especificamente na Assembleia de 2006, após a desativação da JUERP, foi entregue à Comissão de Educação Religiosa do Conselho da CBB o desafio de repensar a Educação Religiosa brasileira (p. 1 PDER). Esta, para realização de seu trabalho, desenvolveu uma pesquisa quantitativa/qualitativa entre as igrejas e líderes, elaborando, a partir das respostas as diretrizes para o Plano Diretor da Educação Religiosa Batista. Em 2007 a estrutura da CBB foi alterada, o que resultou na criação do Comitê de Educação Religiosa que assumiu o desafio de elaborar o Plano Diretor para a Educação Religiosa, documento que apresenta diversas alterações no ato de fazer educação religiosa, partindo de objetivos educacionais gerais, que são iguais para todas as igrejas batistas de qualquer parte do Brasil, mas também de objetivos contextuais, considerando a realidade de cada igreja.

Esse novo jeito de fazer educação traz aos batistas brasileiros alguns desafios:

1. Desvencilhar de uma educação conteudista para aprender a fazer uma educação orientada por objetivos educacionais e contextuais, proposta pelo Plano Diretor da Educação Religiosa da Convenção Batista Brasileira.
2. Introduzir os educadores religiosos na coordenação das atividades educacionais das igrejas, atendendo ao PDER e especificamente à diretriz 7.8 que diz: “ que a CBB promova periodicamente o incentivo às igrejas para terem educadores religiosos para a coordenação das atividades educacionais da igreja local. Neste sentido, que a CBB recomende à Ordem de Pastores Batistas do Brasil inserir periodicamente essa ênfase em seus temas de discussão, inclusive que faça a mesma recomendação às suas seccionais.”
3. Conscientização das igrejas da Necessidade de elaborar seu projeto pedagógico considerando o perfil de seus membros e das pessoas do seu entorno.
4. O quarto desafio está direcionado aos educadores. Somos convocados à atualização e disposição para, depois de um longo tempo, exercermos o ministério para o qual fomos chamados, pois somos conclamados: ajudar na elaboração do projeto pedagógico, e coordenação da educação religiosa das igrejas batistas brasileiras.

O Plano PDER nos apresenta perspectivas para grandes mudanças educacionais para o crescimento daqueles que se convertem a Cristo através do trabalho missionário dos batistas.

A Convenção Batista Mineira disponibiliza as cópias dos documentos que compõem o Plano Diretor em seu site no endereço abaixo:
http://www.batistas-mg.org.br/portal.php?pg=estudos&id=66

domingo, 8 de agosto de 2010

Grupo de estudo sobre o PLANO DIRETOR DA EDUCAÇÃO RELIGIOSA BATISTA

A Associação dos Educadores Cristãos Batistas de Minas Gerais juntamente com o Comitê  do Programa para o Crescimento Cristão da Convenção Batista Mineira montará um grupo de estudo sobre o Plano Diretor da Educação Religiosa Batista durante o acampamento. Você que deseja se inteirar sobre o assunto está convidado a fazer parte deste grupo.

Recital

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mulher condenada à morte por apedrejamento



O Irã sinalizou nesta terça-feira que deve rejeitar a oferta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de refúgio a uma mulher iraniana condenada à morte por apedrejamento por adultério. O caso de Sakineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos, deu início a clamores internacionais que fizeram com que o Irã adiasse, pelo menos temporariamente, o apedrejamento da condenada. Mas Ashtiani, que tem dois filhos, ainda pode ser enforcada.

"Até onde sabemos (o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula) da Silva é uma pessoa muito humana e emocional, que provavelmente não recebeu informação suficiente sobre o caso", disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Ramin Mehmanparast. "O que podemos fazer é fornecer a ele os detalhes do caso desta pessoa que cometeu um crime, para que ele (Lula) possa entendê-lo", disse o porta-voz, lembrando que se trata de "uma criminosa condenada". O Irã disse que a mulher também foi condenada por assassinato.

Os clamores sobre a sentença de morte é uma das últimas divergências no relacionamento do Irã com a comunidade internacional. Estados Unidos, Grã-Bretanha e grupos de direitos humanos internacionais pediram a Teerã que cancelem a execução. "Se o Brasil estiver disposto a aceitar esta mulher, esperamos que o Irã considere a medida como gesto humanitário", disse o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Philip Crowley. "Esperamos que o Irã considere o fato de o Brasil ter se apresentado e indicado o desejo de resolver a questão."

No sábado, Lula disse que o Brasil poderia conceder asilo político a Ashtiani. O governo brasileiro se aproximou de Teerã nos últimos anos e trabalhou com a Turquia na formulação de uma proposta com o objetivo de resolver a questão do programa nuclear iraniano com o Ocidente. Os Estados Unidos e seus aliados acusam o Irã de usar seu programa nuclear civil para acobertar o desenvolvimento de armas atômicas. O Irã nega a acusação e afirma que o programa tem objetivos pacíficos como a geração de energia elétrica. Com informações da Dow Jones.

Veja  também no endereço:
http://www.youtube.com/watch?v=22-E9OODECA&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=xuKqgvUCtGw&feature=related

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A MULHER AO LONGO DA HISTÓRIA DA ARTE


Women in Art
Música: Sarabande da Suíte para Violoncelo n° 1 de Bach, por Yo-Yo Ma.
Animação: Philip Scott Johnson.
Nota: Vista no YouTube por mais de 5,3 milhões de visitantes, com mais de 10.000 comentários postados em dois meses, e por mais de 10 milhões de pessoas em 2009 em diversos sites que o replicou na web. Philip Scott Johnson criou outros 15 vídeos interessantes usando a técnica de morphing de imagens (FantaMorph da Abrosoft), acessíveis no YouTube. As obras de arte utilizadas para a criação de Women in Art foram repertoriadas por Boni em seu site: http://www.maysstuff.com/womenid.htm.

Bullyng

Cracolândia

Para ampliar a imagem e ler o texto clique sobre a imagem.

domingo, 1 de agosto de 2010

"PERDOA-ME SENHOR'

"Perdoa-me, Senhor se não vivi pra te servir,
se em meu agir o Teu amor também não refleti. 
Perdoa-me, Senhor, se em Teu caminho não segui,
se falhas cometi, se Tua doce voz não quis ouvir.
Escuta minha oração, Senhor, desejo aqui viver pra Teu louvor;
ensina-me a Te ouvir e com amor servir
e os santos passos Teus aqui seguir.

Perdoa-me, Senhor, se eu de Ti me afastei,
se em meu caminho escuro Tua luz não procurei;
perdoa-me, Senhor, se na aflição não Te busquei
se eu não Te sondei, se Teu querer pra mim não procurei.
Escuta minha oração, Senhor, desejo aqui viver pra Teu louvor;
ensina-me a voltar e junto a Ti estar
e em Tua graça sempre confiar.

Perdoa-me, Senhor, se frutos eu não produzi,
se, indiferente a tudo, a missão eu não cumpri;
perdoa-me, Senhor se os campos brancos eu não vi,
se só pra mim vivi, se meus talentos não desenvolvi.
Escuta minha oração, Senhor, desejo aqui viver pra Teu louvor;
ensina-me a agir e meu dever cumprir
e frutos dignos dedicar a Ti."