sábado, 31 de julho de 2010

Gente cansada de igreja



Saiba mais no endereço abaixo:

Gente Cansada de Igreja Israel Belo de Azevedo Não sinto vontade de ir à igreja! Muitas pessoas me decepcionaram. Estou dando um tempo! O que leva tanta gente a desistir do convívio em uma comunidade cristã? Por que sempre encontramos alguém que deixou de ir à igreja por alguma decepção que sofreu? Em Gente cansada de igreja o autor nos mostra os caminhos para sair do desanimo e superar os fatores que contribuem para o cansaço e nos levando a entender a importância e o prazer de viver em comunidade - pocket book.



Mangá conta com humor a história do dramático surgimento do Cristianismo

Leia a interessante matéria no endereço abaixo:http://www.prazerdapalavra.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3141:manga-conta-com-humor-a-historia-do-dramatico-surgimento-do-cristianismo&catid=1447:recomendacoes&Itemid=7929

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O MAL DE TER NASCIDO MULHER

Extraido do endereço:
http://pastorazenilda.blogspot.com/2009/01/o-mal-de-ter-nascido-mulher.html

Pra. Odja Barros Santos
Pastora da Igreja Batista do Pinheiro, em Maceió, Alagoas, repercute a decisão da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil - Seccional Alagoas, de não realizar o Concílio da missionária Cleide Galvão no dia 13 de setembro de 2008. Segundo o pastor Wellington Santos, "mesmo após a realização de entrevista e marcação da data do concílio conforme o procedimento legal.


"Desde o nascimento experimentamos o mal de ter nascido mulher, quando frustramos o desejo do pai e da mãe que esperava menino e veio menina.

"A partir daí, segue-se uma sucessão de experiências sofridas no corpo e na alma, do mal de ter nascido mulher. Nas palavras de Ivone Gebara, as mulheres experimentam o mal de não ter, o mal de não poder, o mal de não saber, o mal de não valer...


"O mal de não poder! Historicamente nós mulheres temos lutado contra esse mal: Não poder estudar, não poder trabalhar, não poder votar, não poder..., não poder..., não poder...


"O mal sofrido pelas mulheres não é apenas aquela violência física, que agride o corpo, essa é logo reconhecida, porém existe aquele mal que se mistura com o bem de tal forma que já nem é mais visto como mal. É naturalizado.


"Nas instituições religiosas, esse mal aparece assim, misturado com o bem e justificado "divinamente" e biblicamente, com afirmações simplistas e pouco aprofundado, como: "Deus fez assim!" ou "está na Bíblia!". Assim vai se perpetuando esse mal que continua fazendo suas vítimas a despeito do Evangelho libertador de Jesus Cristo.


"Jesus foi de encontro às estruturas injustas e patrocinadoras do mal do seu tempo, inclusive as estrutura religiosas. Ele com toda certeza não aprovava as autoridades religiosas que se acreditavam separadas, santas, privilegiadas no ambiente sagrado do Templo e da religião. Estes consideravam as mulheres impuras e por isso as excluíam, mas ao contrário dessas autoridades religiosas, Jesus atraiu as mulheres para seu seguimento devolvendo-lhe poder e dignidade como filhas de Deus feitas à imagem e semelhança do criador.


"É de se lamentar que nem mesmo o exemplo de Jesus de Nazaré não seja suficiente para eliminar esse mal de nossas estruturas religiosas, ele sempre reaparece e se recria.

"Estamos nós hoje, como igrejas batistas em pleno século XXI, perpetuando esse mal na vida de mulheres que são chamadas por Deus para exercer o ministério pastoral, no entanto são impedidas, simplesmente, pelo mal de ter nascido mulher!


"O jogo de empurra-empurra institucional parece ser a estratégia de ação. A Convenção Batista Brasileira reconhece a autonomia da Igreja local em relação à ordenação feminina, mas, a ordem dos pastores batistas do Brasil nega a filiação de mulheres que já foram legitimamente ordenadas por suas Igrejas e proíbe ou inibe as seccionais da ordem nos Estados a participarem de concílios de mulheres vocacionadas.


"A coragem profética de alguns poucos em Alagoas resultou recentemente na ordenação de duas mulheres, mesmo depois da decisão da OPBB em Florianópolis que reafirmou que as mulheres ordenadas não serão reconhecidas e aceitas pela Ordem dos pastores batistas do Brasil. Porém, os ventos que sopram em nossas instituições agora são outros, e numa atitude de absoluto retrocesso e covardia, se recusa agora a realizar o concílio da missionária Cleide Galvão. E, por quê? Se ela tivesse nascido homem resolveria o problema? Se ela fosse homem o seu concílio estaria autorizado? Então, o mal dela foi apenas o de ter nascido mulher?



"Se isso é "ordem"? Honestamente, eu prefiro a des-ordem!"

Frases de Eleanor Roosevelt

Frases de Eleanor Roosevelt
  • "Você precisa fazer aquilo que pensa que não é capaz de fazer".
  • "O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos"
  • "As pessoas crescem através da experiência se elas enfrentam a vida honesta e corajosamente. É assim que o carater é construido."
  • "Toda glória é fruto de ousadia. A ousadia de tentar fazer sempre melhor.

Erros na cozinha 3- Roberto Figeuiredo

quarta-feira, 28 de julho de 2010

PASTORAS PELA METADE, PASTORAS POR INTEIRO

leia também em:
Em seu site PRAZER DA PALAVRA, o Pr. Israel Belo de Azevedo teceu comentário a respeito das pastoras e a decisão de Cuiabá.
Leia em:

Consagração feminina: Por que pensamos como pensamos?



JOSUÉ MELLO SALGADO

Pastor, presidente da CBB
O JORNAL BATISTA - 27JUN10
 http://pastorazenilda.blogspot.com/

No epicentro da eterna controvérsia em torno da consagração de mulheres ao ministério pastoral está a Bíblia. Na verdade uma forma de entender a Bíblia e aplicar o “Princípio Bíblico” da aceitação das Escrituras Sagradas (ou do Novo Testamento) como única regra de fé e conduta, tão caro aos batistas. É possível observar na fundamentação bíblica das posições controversas duas “escolas”, ou tipologias de argumentação: Taborismo e utraquismo.

Israel Belo, no seu “Celebração do Indivíduo”, traz-nos uma excelente compreensão dessas tipologias aplicadas à Teologia moral protestante, evangélica ou batista: “Para entender a Teologia moral, é útil empregar uma tipologia desenvolvida pelos teólogos hussitas do século 15. Os utraquistas entendiam que somente aquilo que a Bíblia proibia expressamente devia ser proibido na vida da comunidade cristã. Mais radicais, os taboritas ensinavam que tudo aquilo que não estava expressamente autorizado pela Bíblia devia ser rejeitado. Lutero era utraquista e só rejeitava o que a Bíblia não aprovava. Zwinglio e os anabatistas em geral esposavam a mesma ideia, apesar de seus conceitos diferentes do que era a comunidade cristã. Calvino era taborita e rejeitava tudo o que não podia ser provado pela Bíblia. Por isto, era rígido na doutrina e na prática. Os anabatistas, embora utraquistas, não eram menos rígidos” (Israel Belo em “A Celebração do Indivíduo: A Formação do Pensamento Batista Brasileiro”).

Taboritas (da cidade de Tabor, na histórica região central da Europa, Boêmia, na República Tcheca) era a facção mais radical dentre os Hussitas, ou seguidores do teólogo pré-reformador rebelde Jan Hus (1372-1415) do século XV, seguidor de John Wycliffe (1320-1384). Utraquistas (do latim sub utraque specie, ou “em ambas espécies”) foi a denominação dada à facção moderada dentre os hussitas, hoje nos Estados Unidos a Igreja dos Morávios. Os utraquistas defendiam que o pão e o vinho deviam ambos ser servidos aos fiéis (daí “em ambas espécies”) e não apenas o pão, deixando o cálice para o clero. Embora taboritas e utraquistas fossem colocados debaixo do “guarda-chuva” hussita defendiam algumas posições teológicas diferentes. É sobretudo na sua teologia moral, no que diz respeito à fundamentação bíblica, que ambos representavam posições opostas que aqui nos interessam como tipologia.

Embora aplicado à teologia moral ou à moralidade, a tipologia hussita dos taboritas versus utraquistas nos ajuda a entender a categoria mental que está por trás da concordância e da discordância quanto à consagração de mulheres para o ministério pastoral e sua tentativa de fundamentação bíblica. Aliás, ajuda-nos a entender o porquê de não conseguimos chegar a um denominador comum sobre essa questão embora ambos os lados afirmem base escriturística.



De tendência taborita, alguns creem que a Bíblia não autoriza de forma expressa, isto é ipsis litteris, a consagração de mulheres ao ministério pastoral. Portanto, a consagração deve ser rejeitada.

A tentativa de encontrar sanção bíblica expressa para a rejeição esbarra na ausência de textos explícitos, sim de aprovação, mas também de recusa. Passa-se então a adotar uma interpretação literalista fundamentada no uso dos artigos definidos masculinos e na ausência de artigos definidos femininos.

O problema é que a expressão “pastor” só aparece uma vez em todo o Novo Testamento (no plural) se referindo aos líderes de igreja, em Efésios 4.11 com poiménas (substantivo acusativo masculino plural de poimen): “E Ele mesmo deu (...) outros para pastores” (conforme o verbete poimen - pastor - no artigo de Joachim Jeremias “a designação dos dirigentes das igrejas locais como pastores” em “Theologisches Wörterbuch Zum Neuen Testament, Band VI”).

A obsessão por uma análise morfológica dos textos bíblicos que identifique o gênero das palavras para assim determinar uma interpretação distinta e exclusivista, masculina ou feminina, para este ou aquele texto, é temerária e ao meu ver insustentável. Na abertura do sermão do monte lemos: “Jesus, pois, vendo as multidões, subiu ao monte; e, tendo ele se assentado, aproximaram-se os seus discípulos, e ele se pôs a ensiná-los” (Mateus 5.1-2). A palavra grega mathetai (discípulos) é um substantivo nominativo masculino plural. Se vamos seguir a lógica da hermenêutica do gênero significa que todo o sermão do monte foi direcionado aos 12 discípulos homens. Assim, nada do que está aí escrito é para mulheres, que aliás por aí não podem também ser discípulas! Para obedecer o ide de Jesus, teríamos então que fazer discípulos de todas as nações, mas não de todos os dois gêneros. Outro exemplo está em Mateus 4.19: “Disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”. A quem Jesus dirigiu esse convite/ordem? Pelo texto bíblico: A Simão e André. Dois homens a quem Jesus comissionou para fazer “pescadores de homens”. Quer dizer que se eu aplico esse texto à toda a igreja, homens e mulheres, estaria, na linha de raciocínio literalista, errando duas vezes, pois estaria atribuindo uma chamada divina feita a homens à mulheres e o que é pior, dizendo a elas para “pescarem” também mulheres quando Jesus estaria dizendo originalmente à homens para pescarem só homens! É óbvio o absurdo do argumento contra a ordenação feminina baseado em artigos definidos nos textos bíblicos, e em interpretação literalista da Bíblia. Bem disse Paulo que a letra mata!


Por outro lado, uma hermenêutica bíblica utraquista parte do pressuposto e da chave interpretativa de que a Bíblia não proíbe expressamente a consagração de mulheres para o exercício do ministério pastoral, sendo portanto autorizado.



Como a categoria mental utraquista não busca encontrar autorização expressa, mas proibição expressa, sua fundamentação está mais nos princípios que em normas, mais no espírito e menos na letra. A posição utraquista buscará fundamentação no princípio da igualdade de dignidade entre homem e mulher. Parte do princípio da igualdade de gênero que obviamente não deve ser entendida como igualdade absoluta física ou mesmo psicológica. Afinal não há um ser humano idêntico ao outro, nem mesmo pessoas do mesmo gênero! A questão envolvida é da igualdade de dignidade diante de Deus e a superação de qualquer inferioridade, incapacidade ou desqualificação para, neste caso, a liderança eclesiástica.

Nós, batistas, concordamos de forma absoluta com o princípio reformador do Sola Scriptura em geral e em particular com o princípio bíblico da autoridade do Novo Testamento em questão de fé e prática. Contudo, à partir da chave hermenêutica taborista ou utraquista, buscaremos autorização ou proibição expressa para convicções e práticas não explicitadas nas Escrituras. Para a satisfação de tal busca temos a presença do Espírito Santo em nós, como se expressou o apóstolo Paulo para fundamentar suas “opiniões” que não encontravam mandamento explícito do Senhor: “E eu penso que também tenho o Espírito de Deus” (1 Coríntios 7.40b). Temos o Espírito Santo de Deus. Temos condições de discernir bem o melhor caminho a tomar.



Não vislumbro possibilidade de consenso entre essas duas categorias mentais interpretativas. Os utraquistas continuarão buscando encontrar proibição expressa, os taboritas continuarão buscando encontrar autorização expressa. Estou convencido de que a Bíblia não tem nem uma nem outra. Como encontrar uma solução?



Os grandes profetas clássicos do século VIII a.C. utilizaram uma fórmula comum para sua pregação: “Assim diz o Senhor”. O judaísmo, entretanto, parece ter subjugado a fórmula profética à uma outra: “Assim diz a Escritura”. Quando, por exemplo, os principais dos sacerdotes e fariseus mandaram os seus guardas prenderem Jesus por causa da pergunta “Vem, pois, o Cristo da Galiléia?” (João 7.41) os guardas não o puderam prender porque “nunca homem algum falou assim como este homem”. Esses líderes tentavam circunscrever a liberdade divina à partir de uma interpretação particular da Bíblia dizendo: “Examina e vê que da Galiléia não surge profeta (João 7.52). Assim subjugaram o “assim diz o Senhor” ao “assim diz a Escritura”. Obviamente essa inversão de primados acaba por lançar em rosto divino a Escritura a partir do método taborita, insinuando que Deus “não pode” o que não esteja expressamente autorizado na Bíblia. Obviamente uma blasfêmia contra os céus!


Tal hermenêutica me lembra também os métodos da Ku Klux Klan (também conhecida como KKK, nome de várias organizações racistas dos Estados Unidos que apóiam a supremacia branca e o protestantismo). Em meus estudos de doutorado na Alemanha sobre o tema do racismo registrei diversas tentativas da KKK de fundamentar biblicamente a sua posição pessoal preconceituosa de serem os negros “biblicamente” menos que humanos e predestinados por Deus para a escravidão e para servirem aos brancos (conforme diz Israel Belo em “A Celebração do Indivíduo: A Formação do Pensamento Batista Brasileiro”). Não creio que a prática hermenêutica dos principais dos sacerdotes e fariseus e da KKK sejam as mais recomendadas para nós batistas brasileiros!


Estou convencido de que o caminho, não do consenso ou da uniformidade, mas da unidade na diversidade, está na volta do primado divino, na pronúncia do “assim diz o Senhor” antes da pronúncia do “assim diz a Bíblia”. Penso que para isso precisamos responder com sinceridade a duas perguntas: Deus é livre para chamar e usar no pastoreio prático do seu povo quem Ele queira e determinou em sua soberania e Graça? Deus tem chamado e usado mulheres para o pastoreio prático do seu povo?

Devemos ou não aceitar mulheres no ministério pastoral batista? Sugiro que perguntemos em humildade a Deus ao invés de continuar buscando fundamentação bíblica para nossas posições já assumidas.

Leia também:
AS PASTORAS E A JUSTIÇA NA OPBB - http://pastorazenilda.blogspot.com/


Erros na cozinha 1- Robeto figueiredo

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Bom exemplo

Para ampliar dê duplo clique sobre a imagem

Fonte: Revista A PATRIA PARA CRISTO ano LXII nº 249

sábado, 24 de julho de 2010

Plano Diretor da Educação Religiosa Batista no Brasil- texto final

O Professor Lourenço Stelio Rega esteve presente no painel organizado por ocasião da 80ª Assembleia da Convenção Batista Mineira: "Novos rumos da Educação Cristã". Ele passou o texto final do Plano Diretor e do Planejamento Estratégico Educacional que já estão disponibilizado em pdf no site da Convenção no endereço:
Você pode imprimir, salvar no seu computador, enviar por email aos líderes de sua igreja, estudá-lo sozinho ou em grupo. Porque importa que tenhamos a consciência de que a educação cristã da nova geração está nas nossas mãos. Se não a cumprirmos devidamente ela lamentavelmente poderá ser como a de Juizes 2 (aquela que não conhecia os feitos de Deus).


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sexta-feira, 23 de julho de 2010

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A lata Branca da Brahma

A
Clique na imagem para ampliá-la

A lata branca da BRAHMA




A Brahma soltou um comercial sobre sua cerveja. E ela faz uma pergunta retórica: Por que a lata é branca? Seria por causa do Cavalo Branco de Napoleão? Ou seria por causa da Paz Mundial?

Como cidadã de um país de livre imprensa gostaria de participar da campanha dando minhas respostas:

__Certamente não poderia ser por causa do cavalo branco de Napoleão, porque uma pessoa alcoolizada não tem equilíbrio para cavalgar.

__Também não poderia ser por causa da paz mundial, porque uma pessoa alcoolizada não pode promover a paz: nem para si, nem para sua família, nem para a sociedade.

Por que então uma lata branca no meio de tanto vermelho?

__Não seria então para CONTRASTAR com o sangue das vítimas dos acidentes provocados por motoristas alcoolizados?

__Não seria para COMBINAR com a palidez das vítimas ou com a transparência das lágrimas das mães, dos pais, dos maridos, das mulheres e dos filhos das vítimas dos acidentes provocados pelos motoristas alcoolizados?

Uma coisa é certa! Uma pessoa que bebe sem moderação, tem pouca chance de dominar um veículo. Acidentes são causados por quem bebe com MODERAÇÃO.

sábado, 17 de julho de 2010

A CAIXINHA DA AMIZADE- (Oficina de contação de histórias em Muriaé)

Autoras: Sônia Fernandes e Luzinete Cândida


Certa manhã a caixinha da amizade com formato de coração e com seu laço de fita, se encontrava triste, pois estava vazia e sozinha sobre a mesa do quarto, quando um vento forte entrou pela janela e a derrubou.

De repente, ela escuta uma voz triste, que lhe pergunta:

__Quem é você?

__Eu? Eu sou a caixinha da amizade, e você?

__Sou Azulim, fico aqui e nunca te vi.

__Nós não nos conhecemos, pois vivo sobre a mesa e quando cheguei trouxe alegria e surpresa. Fui abraçada e hoje estou vazia e esquecida.

__Há meu caso é diferente, pois perderam o meu irmão gêmeo, o pé direito, fiquei sozinho após um jogo de futebol e estou esquecido aqui debaixo da cama.

Os dois tiveram um diálogo aberto e sincero e se tornaram grandes amigos, sabendo que ninguém vive só e que nenhum problema pode nos fazer desistir de acreditar, sorrir, esperar, sonhar e viver.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Extensão / Formação de Educadores Cristãos




Horário- Sextas e Sábados
Vagas Abertas
Duração 36h/a
Mensalidade 2 x R$ 90,00
Coordenação- Profº Celma Christina Rocha

Contato Tel.: 3429-7232 3429-7351

apoiosec@sistemabatista.edu.br


O Curso
a.Sobre o curso
Sem dúvida, a formação de educadores cristãos exerce um papel fundamental no crescimento espiritual dos cristãos e, como conseqüência, no fortalecimento da fé, da igreja e na expansão do reino de Deus. Há, porém, uma grande necessidade de educadores, que, além de desempenharem bem sua função, dediquem-se a conhecer e experimentar novas metodologias de ensino, conheçam bem as necessidades dos alunos e preparem-se para enfrentar os desafios que venham a surgir.

O curso de extensão para Formação de Educadores Cristãos visa capacitar cristãos para o exercício do ministério do ensino em geral com recursos para o desenvolvimentos da educação cristã para a igreja.

b.Objetivo prático

Oferecer referencial teórico e metodológico para o exercício dos educadores cristãos de forma crítica, levando em conta sua preparação e as particularidades de cada aluno.

c.A quem se destina
Pastores, professores de escola dominical, gestores, consultores, educadores, membros de igreja/comunidades e comunidade em geral.
d.Plano de Disciplinas
• Didática e currículos para educação cristã
• Psicologia da Religião e do desenvolvimento
• Organização do tempo
• Planejamento de aula
• Solução de conflito
• Técnicas de liderança de reuniões e grupos menores
• Recursos didáticos e pedagógicos


e.Local de Inscrição
Faculdade Batista de Minas Gerais
Rua Varginha, 630 - Bairro Floresta - Belo Horizonte/MG - CEP 31110-130
Fone: (31) 3429-7351/3429 7250


Outras informações:
http://www.faculdadebatista.com.br/cursos/extensao/detalhes.php?curId=36
http://www.faculdadebatista.com.br/

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O REMÉDIO MAIS EFICAZ





Autoras: Luciana Alves Rodrigues e Rita de Cássia Campos Reis


Personagens:
• Julieta
• Caixa
• Vizinho


Obs. No rótulo da caixa estava escrito: “Medicamento indicado para prevenção e cura de carência afetiva.”


D. Julieta era uma mulher solitária, triste e de um coração muito amargurado. Certo dia, ganhou um a caixa com um remédio muito especial que ela acreditava ser a cura para seus males. Ao chegar em casa sentiu necessidade de usar o medicamento, pois tamanha era a sua tristeza. Mas percebeu que não conseguia abri-la. Muito aborrecida aproximou-se da janela. Passou um vizinho e D. Julieta contou-lhe o que estava acontecendo, e ele lhe ofereceu ajuda. Tentaram juntos, abrir a caixa, por um bom tempo, mas não adiantou. Chamaram outro vizinho e outro... , e quando se deu conta sua casa estava cheia de gente, parecia mais uma festa. Todos conversando, rindo e tentando abrir a caixa.



Então D. Julieta se sentiu feliz, percebeu nos gestos dos vizinhos a amizade e carinhos que todos tinham com ela.



De repente como numa mágica, a caixa se abriu e a alegria resplandecia em seu olhar e nos olhares dos seus vizinhos. D. Julieta não estava mais amargurada e sozinha como antes.



Na verdade o remédio não estava dentro da caixa, ela estava vazia. O remédio estava dentro do coração e nas atitudes de seus vizinhos que contagiou D. Julieta, enchendo a casa dela de alegria e solidariedade.

terça-feira, 13 de julho de 2010

SOLIDÃO (oficina de contação de histórias - Muriaé)

Autoras: Silvia Helena e Andréa – Igreja Batista Parque Safira

Numa oficina de reciclagem havia uma tampa vermelha de pote de biscoito grande que vivia triste e se sentindo inútil. Um belo dia o catador de papel e materiais recicláveis, despejou alguns objetos ao seu lado e que a surpreendeu:

__ Oh! Não sou a única que vive só! Estou vendo outros objetos que também estão! Coitada da luva qual a sua identidade sem seu par?

E continuou:

__ Um cabide e um prendedor sem seu cinto! Que será de vocês? Um tinta sem pincel, que arte poderá fazer? Uma fita sem laço! Que coisa feia! Estão todos como eu, sem um pote para tampar! Já sei o que vou fazer! Vou levar vocês comigo.

E logo deu um jeito de acomodar todos os objetos dentro dela.

__ Vamos dar um passeio pela oficina, quem sabe encontraremos nossa outra metade? Vocês me fizeram refletir que se ficarmos parados, esperando o tempo passar, nada acontecerá.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A PRESENÇA DA MULHER NA HISTÓRIA DOS BATISTAS BRASILEIROS

A Bíblia diz que Deus criou os seres humanos à sua imagem e semelhança. Por criação estamos ligados a Ele e para a nossa própria felicidade fomos feitos para o relacionamento criaturas/Criador, filhos/Pai, em adoração de acordo com Isaias 43.7 “... que criei para a minha glória e que formei e fiz”. Como seres criados para adoração a Deus somos chamados, de forma geral, para um relacionamento de proximidade e descanso Mateus 11.28-30 “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”


Além de sermos todos chamados para um relacionamento, com Deus, Ele nos chama também para um relacionamento, com nossos semelhantes conforme Mateus 22.36-40, que fala do amor que devemos ter a Deus, a nós mesmos e ao próximo. Nesse relacionamento com o próximo, somos todos chamados a fazermos outros discípulos, que sejam genuinamente seguidores de Jesus. Mateus 28.19-20.

Mas a Bíblia nos apresenta ainda outro tipo de chamada, aquela que se destaca, que se difere da chamada no contexto geral de amor a Deus e ao próximo, base para todas as nossas ações de comprometimento com a expansão do reino de Deus na terra. Esta é apresentada em Romanos 12.6-8, I Coríntios 12.28-31 e Efésios 4.11-15 em que Paulo fala da chamada de Deus a pessoas para que sirvam, tendo em vista o aperfeiçoamento pela capacitação e edificação dos membros do corpo de Cristo, ou seja, da igreja. Essas pessoas além da chamada geral recebem uma chamada específica e para isso se preparam, para o exercício do seu ministério.

Neste contexto de chamada é que quero destacar a presença da mulher na história dos batistas brasileiros. Usarei o exemplo de duas mulheres do passado, como incentivo para as mulheres desta geração. A primeira delas é Ephigênia Maddox, missionária batista vinda da América do Norte, tendo como primeiro campo missionário o Rio de Janeiro e a partir de 1917 Belo Horizonte Minas Gerais, lugar em que devido à perseguição religiosa, D. Ephigênia que era professora, iniciou uma escola em sua própria casa e por ela trabalhou incansavelmente (MADDOX, Sara Gill pag. 18). Essa escola foi o início do que é hoje o Sistema Batista Mineiro de Educação fundado em 1º de março de 1918. http://www.sistemabatista.com.br/.

Coincidentemente, ou não, no mesmo ano, 1917, uma brasileira chamada Josefa da Silva procurava o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil em busca do preparo como vocacionada ao ministério do ensino. Por ser mulher, Josefa não teve acesso ao curso de Teologia e por essa razão, foi criada uma escola para o preparo de educadoras, o SEC Seminário de Educadoras Cristãs, hoje Seminário de Educação Cristã, na cidade do Recife. Mais tarde, em 1922, foi criado o Instituto Batista de Educação Religiosa, IBER, hoje CIEM Centro Integrado de Educação e Missões.

Ao longo de todos esses anos, igrejas batistas dos vários estados brasileiros enviaram mulheres vocacionadas ao ministério para essas escolas e as receberam preparadas, sendo que nesse último estagio, não só as igrejas brasileiras, mas também os vários campos missionários sustentados pelos batistas do Brasil. Muitas delas, desempenharam e desempenham a coordenação da educação religiosa em suas igrejas como “esposa do pastor”, fato que prejudicou o entendimento e reconhecimento da educadora religiosa como ministra, ao mesmo tempo que, de certa forma, sobrecarregou a mulher casada com pastor com uma expectativa ministerial, que nem sempre está preparada.

O certo é que a mulher tem marcado presença na história batista brasileira. Se em 1917 o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil estava fechado para as mulheres, hoje ele e outros estão abertos. Mais e mais mulheres, não só cursam Teologia, mas assumem o pastorado das igrejas. Já são 85, atuando oficialmente como pastoras nas igrejas batistas da Convenção Batista Brasileira, fora aquelas que fazem o trabalho pastoral oficiosamente, ou seja, sem receberem o título.

domingo, 11 de julho de 2010

ESPANHA CAMPEÃ DA COPA 2010




A CESTINHA MÁGICA





Autora- Laila Melo Pires
(produzida em oficina de Contação de Histórias)



Certa vez, uma menina ganhou uma cestinha de aniversário, de seu pai. Ao receber o presente a menina ficou desapontada interrogando:

__ Papai, mas por que uma cestinha? O que vou fazer com ela? Eu queria mesmo era uma boneca!

O pai, sorrindo respondeu:

__ Filha esta cestinha não é apenas uma cesta qualquer. Esta cesta, minha querida, tem poderes mágicos.

__ Poderes mágicos? -perguntou a menina.

__ Sim! Ela é mágica!!! -Respondeu o pai.

__ O que ela faz papai? -Perguntou a filha.

__ Ela transforma tristeza em alegria , raiva em amor, choro em sorriso... Enfim, ela transforma tudo o que é ruim em coisas boas.

Então a menina ficou super feliz com a cesta mágica que seu pai havia lhe dado. Guardou-a em uma caixa de brinquedos e foi dormir.

No outro dia, o pai levantou cedinho e foi ver se a filha estava acordada. Quando chegou no quarto dele viu a menina sentadinha no chão olhando a cestinha. Ao ver seu pai logo perguntou:

__ Como ela funciona papai?

O pai respondeu:

__ É assim, você coloca seus sentimentos dentro dela e ela faz a mágica.

__ Mas como vou colocar meus sentimentos? Perguntou a menina muito confusa.

O pai respondeu:

__ Você escreve tudo o que está sentindo de ruim, coloca dentro dela e ela faz a mágica.

O tempo passou e um dia a menina teve a oportunidade de usar a cestinha pela primeira vez. Ela tinha chegado da escola muito triste com uma coleguinha. Escreveu tudo o que estava sentindo e colocou dentro da cestinha. Quando o pai foi ver o que tinha lá dentro ele fez a mágica:escreveu muitas palavras bonitas para sua filha. A felicidade da menina foi muito grande ao encontrar a mágica e foi correndo contar ao pai o que tinha acontecendo. O pai ficou feliz pois viu que “a mágica” havia funcionado. E sua filha voltou a sorrir.

sábado, 10 de julho de 2010

Uns plantam, outros regam, Deus dá o crescimento


O capítulo 3 de I Coríntios trata da divisão que havia na igreja da cidade de Corinto... Isso é recorrente, às vezes nas igrejas hoje.

"Havia entre os convertidos, ciúmes, vaidades e contendas por causa da imaturidade deles, eles diziam: “...Eu sou de Paulo... Eu, de Apolo...” (v.4). Então o apostolo Paulo disse enfaticamente: “Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (5-7)."
http://pauloberberth.blogspot.com/2009/10/deus-da-o-crescimento.html

Depois de esclarecer aos cristãos, Paulo, o apóstolo, fala no verso 9  "que somos cooperadores de Deus". Por isso a diversidade de ministérios não deve ser motivo de divisão mas de complemento uns dos outros, porque uns plantam, outros regam, mas quem dá o crescimento é Deus. A obra é Dele, somos apenas seus cooperadores.

Seguindo a sequência do trabalho variado dos seguidores de Cristo na continuação de sEu ministério na terra, quero apresentar uma experiência acontecida em uma das igrejas batistas em Minas Gerais. Alguns irmãos entraram em contato com um texto da professora Doutora Celma Christina, diretora da Faculdade Batista de Minas Gerais, sobre o tema Arte de Contar Histórias. Não podendo atender ao pedido da igreja para que fizesse uma oficina de Contação de Histórias para alguns de seus membros e outros interessados, a Doutora Christina nos passou a responsabilidade.

A oficina foi realizada pelo Comitê do Programa Para o Crescimento Cristão da Convenção Batista Mineira, com 78 participantes da igreja hospedeira e de várias pessoas da comunidade, inclusive alunos universitários da área da educação.

Postarei nos próximos dias algumas histórias produzidas em um dos exercícios da oficina e gentilmente oferecidas por seus autores, para o enriquecimento de todos os que acompanham o blog.

O texto da Doutora Christina  foi a causa das nossas ricas experiências, junto aos que participaram da Oficina de Contação de Histórias em Muriaé MG no dia 19 de junho de 2010.

Ela plantou, nós regamos... Deus dará o crescimento.





quarta-feira, 7 de julho de 2010

"Quanto mais machista a cultura local, maior tende a ser a violência contra a mulher".

O caso do desaparecimento e possível assassinato da modelo Eliza Samudio tem comovido a sociedade brasileira. O goleiro Bruno, atleta do Flamengo, ex-namorado da jovem, tem sido considerado pela polícia uma peça importante no caso. Eliza já havia se queixado do jogador, devido as inúmeras agressões e ameaças sofridas, o que fez com que a polícia declarasse o goleiro como principal suspeito do sumiço de Eliza.



Este caso nos faz lembrar da violência que inúmeras mulheres sofrem cotidianamente.
Leia mais em:

Tchau incerteza-Música infantil (Missões Nacionais)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Obedecer- Diante do Trono- Música infantil

http://pt-br.tinypic.com/m/aw3igo/2

saiu na "Folha Rosa"



(Para ler o texto clique sobre a imagem para ampliá-la e expandi-la)

"Ser esposa de pastor" ou estar casada com um pastor é ministério? Quando um homem já casado é chamado por Deus para o ministério pastoral, a  mulher que está com ele casada automaticamente recebe a chamada para ser esposa de pastor?

O  fato de ser esposa de pastor" ou estar casada com pastor dá à mulher autoridade para transitar da  classe de crianças ao púlpito?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Em quem está o foco?





A jovem Maria casou-se com João. Transferiu-se para a igreja onde ele era pastor. Maria, automaticamente passou a ser vista de uma forma um pouco diferente, afinal de contas ela era a esposa do Pr. João! Podia até se associar à Associação das Esposas de Pastores. E foi o que ela fez.

Com sua dedicação e amor à obra de Deus na terra, sua competência e facilidade de influenciar pessoas, Maria além de servir à igreja, servia também à Associação. Era amada e respeitada por suas colegas e por elas, Maria serviria na diretoria por um longo tempo.

João não economizava elogios públicos à Maria:

__Minha esposa é maravilhosa! Minha esposa é um presente de Deus para minha vida!

Nos encontros de casais se apresentavam como: “a Maria do João” e o “João da Maria”.

Pouco depois os membros da igreja concordaram:
__“A esposa do Pr. João é mesmo uma bênção”!

O tempo passou. Maria fazia o que podia para atender às expectativas.

Um belo dia, Maria que já enfrentava problemas familiares teve o desprazer de experimentar a dor da separação. Na Associação, seu cargo foi ocupado por outra.
A admiração foi completa:

__ “Nossa Pr. João separou-se da esposa”?

João continuou pastor, continuou membro da Ordem dos Pastores, casou-se novamente e o círculo continuou.



De quem é Maria?



Quem é Maria?