quinta-feira, 8 de abril de 2010

Meta 5 - Melhorar a saúde materna













"Nos países pobres e em desenvolvimento, as carências no campo da saúde reprodutiva levam a que a cada 48 partos uma mãe morra. A redução dramática da mortalidade materna é um objetivo que não será alcançado a não ser no contexto da promoção integral da saúde das mulheres em idade reprodutiva.
O acesso a meios que garantam direitos de saúde reprodutiva e a presença de pessoal qualificado na hora do parto serão portanto o reflexo do desenvolvimento de sistemas integrados de saúde pública.O quinto objetivo originalmente limita-se a exigir a redução da taxa de mortalidade materna a três quartos no período de 1990 a 2015. No Brasil, o governo decidiu ampliar o objetivo, propondo duas metas adicionais:— oferecer cobertura total à saúde sexual e reprodutiva no SistemaÚnico de Saúde(SUS);— reduzir a mortalidade causada por câncer de mama e colo de útero.
A ampliação do objetivo aconteceu porque o Brasil já oferecia diversas ações relacionadas à saúde materna no Sistema Único de Saúde, mesmo antes da Declaração do Milênio. Mas a situação está longe de ser boa. A mortalidade materna é bastante alta por aqui: morrem entre 50 e 60 mães para cada 100 mil crianças nascidas vivas. Houve uma pequena queda entre 1999 e 2003, mas além de ser “pequena”, ela pode ser resultado da diminuição do registro das ocorrências e não necessariamente da diminuição das mortes, alerta a ONU.
O Brasil possui uma rede de Comitês de Mortalidade Materna, que foi expandida em 1998. Porém, essa rede não tem uma forma unificada de registrar e analisar os casos, o que torna muito difícil medir o tamanho do problema em nosso país. Sem isso, é impossível tomar medidas realmente eficazes. O Planejamento familiar é um direito da Mulher brasileira."
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