quarta-feira, 7 de abril de 2010

Meta 4 - Reduzir a mortalidade infantil












Todos os anos onze milhões de bebês morrem de causas diversas. É um número escandaloso, mas que vem caindo desde 1980, quando as mortes somavam 15 milhões. Os indicadores de mortalidade infantil falam por si, mas o caminho para se atingir o objetivo dependerá de muitos e variados meios, recursos, políticas e programas – dirigidos não só às crianças mas à suas famílias e comunidades também.

O quarto objetivo do milênio exige que os países diminuam a dois terços a mortalidade de crianças com menos de 5 anos de idade no período de 1990 a 2015. No Brasil, esse índice diminuiu quase 40% entre 1990 e 2003. Portanto, se o ritmo de queda continuar, tudo indica que nosso país vai atingir essa meta antes mesmo do prazo previsto.

Os últimos governos se concentraram no combate às principais causas de morte de crianças entre 2 e 5 anos, como, por exemplo, a fome e doenças infecciosas, parasitárias e respiratórias. Mas acabaram deixando de lado os cuidados com os recém-nascidos: a taxa de mortalidade de crianças com até 1 ano de idade continua preocupando (24,4 mil, considerada “média” pela Organização Mundial de Saúde). Mais da metade das mortes de bebês acontece no primeiro mês de vida por causas diversas, como prematuridade e asfixia durante o parto. Isso quer dizer que é preciso dar mais atenção às mamães e a seus filhos durante a gravidez, no momento do parto e durante a fase conhecida como neonatal. Nesse período, as principais causas de morte são as afecções perinatais, doenças que costumam aparecer logo na primeira semana de vida do bebê, e incluem a prematuridade, complicações devido ao baixo peso e infecções.

Assista ao vídeo:


http://www.youtube.com/watch?v=m5QNnvCgCyU&feature=fvw

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