quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

EDUCADORAS E PASTORAS BATISTAS EM BUSCA DO RECONHECIMENTO MINISTERIAL




















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Um tempo atrás escrevi um texto com o título “Os batistas mineiros estão preparando as futuras pastoras para as outras denominações”. Mandei por email para vários pastores. Minha tentativa de provocação intelectual, emocional, cognitiva, ou seja, minhas segundas intenções, foram completamente frustradas. Como “bons”, ou “maus” mineiros, silenciosos estavam e silenciosos permaneceram. Na verdade eu queria provocar uma discussão sobre o “assunto educação cristã e a mulher educadora”, visto que a parte do curso de teologia da Faculdade Batista de Minas Gerais com ênfase em educação cristã já estava sem alunos e todas as mulheres que se matriculavam no curso recebiam somente o preparo teológico e não (também)o educacional. Meu raciocínio era: se as mulheres que estão se formando em Teologia não poderão ser educadoras, por não terem tido formação pedagógica, e não poderão ser pastoras, porque os batistas não aceitam pastoras, o que serão essas mulheres? Na minha conclusão, pela quantidade de batistas que tenho encontrado em igrejas de outras denominações, estava claro, “se essas mulheres quisessem exercer sua vocação ministerial” precisariam encontrar seu lugar no Reino de Deus. E como pastoras não seria entre os batistas. Assim raciocinei eu!

A realidade hoje é outra. Em todo Brasil já existem 85 pastoras batistas. Enquanto nós mineiros não conseguimos sequer discutir o assunto: “educação cristã e a mulher educadora nas igrejas” as brasileiras dos outros Estados, pouco a pouco conquistam um novo espaço ministerial na denominação. O que me resta então é dizer, como boa mineira que sou, às seminaristas do curso de Teologia: MENINAS sejam bem vindas ao curso de Teologia da Faculdade Batista de Minas Gerais, pelo visto terão espaço ministerial nas igrejas.

Mas “nossa luta” educacional continua. Queremos um curso de Educação Cristã com a mesma qualidade acadêmica e promocional do curso de Teologia. Queremos mais ainda: o reconhecimento da “mulher educadora” como “ministra da educação cristã nas igrejas batistas mineiras”. Porque o ministério educacional é auxiliar do ministério pastoral, um não exclui o outro.

Quando isso acontecer, como boa mineira, quero ter o prazer de publicar outro texto e dizer: MENINAS bem vindas ao curso de Teologia da Faculdade Batista de Minas Gerais, aqui a parte do curso: Ênfase em Educação Cristã funciona e vocês terão espaço ministerial nas igrejas.
Que Deus confirme meu desejo.

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