quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

87% das garotas vivenciam agressão no namoro

Meninas não ocupam só papel de vítimas, mas também de autoras dos maus-tratos
Confira em:

A farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes foi o caso-homenagem à Lei Federal nº 11.340. Agredida pelo marido durante seis anos, foi alvo de duas tentativas de homicídio. Na primeira, com arma de fogo, episódio que a deixou paraplégica. O marido só foi punido após 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime fechado. O caso foi levado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Seu conselho às mulheres:
“Que a mulher, em primeiro lugar, se auto-valorize, estude, tenha uma profissão, tente encontrar seu espaço na sociedade, tome conhecimento de quais os seus direitos como pessoa humana quer como filha, como mulher, como esposa, como cidadã, como profissional etc. Engajar-se nos movimentos de mulheres, para exigir que a sua cidade tenha a sua Delegacia da Mulher, Casa Abrigo, Centro de Referência, Juizado de Violência Doméstica. Só assim a mulher se sentirá respaldada, para sair do medo e da depressão e procurar ajuda. Hoje, nós não precisamos mais sofrer caladas, anos a fio. O agressor que vive ou viveu conosco, e coloca em risco nossa vida e a vida de nossos filhos, precisa ser denunciado. Porque viver sem violência e uma vida digna é um direito de todos, e nós mulheres temos esse direito também”!
Quando a violência contra a mulher acaba, a vida recomeça!
Disk Denúncia 180.

Violência física é o uso da força com o objetivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. São comuns murros e tapas, agressões com diversos objetos e queimaduras por objetos ou líquidos quentes. Quando a vítima é criança, além da agressão ativa e física, também é considerado violência os fatos de omissão praticados pelos pais ou responsáveis.
A Violência Psicológica ou Agressão Emocional, às vezes tão ou mais prejudicial que a física, é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Trata-se de uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes indeléveis para toda a vida.
A violência verbal normalmente se dá concomitante à violência psicológica. Alguns agressores verbais dirigem sua artilharia contra outros membros da família, incluindo momentos quando estes estão na presença de outras pessoas estranhas ao lar.

Em recorrência de sua menor força física e da expectativa da sociedade em relação à
violência masculina, a mulher tende a se especializar na violência verbal mas, de fato, esse tipo de violência não é monopólio das mulheres.

Para saber mais:

Anônimo disse...
Vamos continuar trabalhando nesta area da violencia domestica, principalamente na vida de tantas mulheres que sofreram e sofrem com esta violencia. As vezes pensamos que nos lares de familias evangelicas nao acontecem isto, mas é exatamente em muitos de nossos lares de "irmaos", nossas amigas estao sofrendo com varios tipos de violencia. Minhas irmas, nao fiquem caladas, abre suas bocas, voce veio a este mundo para ter uma vida em abundancia naquele que nos deu a liberdade, JESUS CRISTO.


Um comentário:

  1. Vamos continuar trabalhando nesta area da violencia domestica, principalamente na vida de tantas mulheres que sofreram e sofrem com esta violencia. As vezes pensamos que nos lares de familias evangelicas nao acontecem isto, mas é exatamente em muitos de nossos lares de "irmaos", nossas amigas estao sofrendo com varios tipos de violencia. Minhas irmas, nao fiquem caladas, abre suas bocas, voce veio a este mundo para ter uma vida em abundancia naquele que nos deu a liberdade, JESUS CRISTO.

    ResponderExcluir